Eleição de Márcio Jerry depende da garantia de que Flávio Dino será reeleito

Salvo se por mágica ou estratégia nada republicana, para chegar à Câmara dos Deputados, o secretário estadual de Comunicação e Assuntos Políticos, Márcio Jerry Barroso (PCdoB), depende única e exclusivamente da garantia de que o governador Flávio Dino (PCdoB) será reeleito em outubro próximo.
Eminência parda do Palácio dos Leões, Jerry possui os requisitos legais para almejar candidatura, não tem história política ou ações sociais que justifiquem favoritismo ao cargo eletivo de representante da população maranhense, como apontam alguns palpiteiros.
A análise é simples.
Se as pesquisas de intenção de votos apontarem para decisão em 2º turno, com Flávio Dino sendo derrotado na eventual segunda etapa, prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, ex-vereadores, deputados, ex-deputados e qualquer tipo de liderança política e empresarial não terão obrigação alguma de eleger o maior influenciador das decisões do governador.
Contudo, caso Dino se mantenha como favorito na disputa, com chances reais de levar no 1º turno, na base do medo, prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, ex-vereadores, deputados, ex-deputados e qualquer tipo de liderança política e empresarial devem se virar como podem para eleger o super-secretário, ao ponto até de, sabe-se lá como, livrá-lo dos vergonhosos de 3079 votos em 2006 para o título de espocador de urnas em 2018.
Em conversas reservadas e confirmadas ao ATUAL7, todos confessam a fobia de, numa eventual reeleição de Flávio Dino e derrota de Márcio Jerry, serem cobrados pelo homem-forte do governador do Maranhão, cada voto acertado e prometido, mas descumprido.
Seria pior do viver sob o regime de Nicolás Maduro ou Kim Jong-un, comparam alguns.

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