Mais empregos: Maranhão cria mais de 6 mil vagas em junho de 2021, afirma Novo Caged

Com a admissão de 18.472 postos de trabalhos e um saldo de 6.745 empregos gerados no mês de junho de 2021, o Maranhão apresentou a terceira maior variação relativa no saldo de empregos do Nordeste (de 1,31%), conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados na quinta-feira (29), pelo Ministério da Economia.

Na variação relativa (%), o Maranhão ficou atrás apenas do Piauí, com 1,50% e do Alagoas, com 1,36%. A porcentagem do estado é maior que a média do Nordeste, que ficou em 0,75%.

O saldo de 6.745 empregos gerados em junho de 2021 é o segundo aumento consecutivo do Maranhão – em abril, o saldo foi de 2.911 novas vagas, aumentando para 3.613 novos postos em maio.

De acordo com o Novo Caged, entre junho de 2020 e junho de 2021, este é o maior saldo do Maranhão desde agosto do ano passado, quando foram gerados 5.886 novas vagas.

Simplício Araújo, secretário de Indústria, Comércio e Energia (Seinc), analisa que este crescimento do Maranhão é devido a ações estratégicas escolhidas pelo Governo do Estado para enfrentar a pandemia da Covid-19 e seguir criando oportunidades.

“Mesmo durante este período complicado de crise sanitária e econômica, o governador Flávio Dino não mediu esforços para que buscássemos formas de continuar o trabalho de desenvolvimento do Estado. Temos realizado importantes iniciativas, como o Trabalho Jovem e o Cidade Empreendedora, ambos coordenados pela Seinc. Por meio de programas como esses que temos possibilitado destaques importantes na economia do Maranhão”, afirmou.

Outro dado importante foi o saldo do acumulado do ano, entre janeiro e junho de 2021: foram 20.010 novos postos de trabalho gerados, com variação relativa de 3,99%.

Brasil

Ainda segundo o Novo Caged, o emprego celetista no país apresentou crescimento em junho deste ano, com saldo de 309.114 postos de trabalho – no total, foram 1.601.001 admissões e 1.291.887 desligamentos. Já no acumulado deste ano, foi registrado um saldo de 1.536.717 empregos.

Entre os setores que se destacaram no número de postos de trabalho, estão: Serviços (+125.713); Comércio (+72.877); Indústria geral (+50.145); Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (+38.005); e Construção (+22.460).

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Governo entrega obras na educação, saúde, infraestrutura e cidadania em Buriticupu

O governador Flávio Dino cumpriu agenda no município de Buriticupu, nesta sexta-feira (30), contemplando a população com ações nas áreas de educação, saúde, infraestrutura e cidadania. Dino entregou uma nova ambulância, 13 quilômetros de ruas pavimentadas integrando o programa Mais Asfalto, 300 cartões do Cheque Minha Casa, kits irrigação e um conjunto de outros investimentos para a cidade.

“Essa visita tem objetivo de entregar e inaugurar obras, em parceria com a prefeitura, especialmente, na pavimentação de ruas. Entregamos oito toneladas de alimentos, cartões do Cheque Minha Casa, entrega de ambulância e tantos outros. Trabalhamos juntos para que com estes investimentos da gestão estadual e municipal, além das emendas parlamentares e apoio dos secretários estaduais, tenhamos a melhoria das condições de vida da população. Um grande mutirão, para que possamos avançar e levar direitos à população de Buriticupu”, pontuou o governador Flávio Dino. 

O prefeito de Buriticupu, João Carlos Teixeira, citou que “na parceria com o Governo do Estado, quem ganha é a população e, hoje, Buriticupu tem a presença real do Governo, e a população agradece”. O gestor citou obras já levadas pelo Governo à cidade, como a perfuração de poços, pavimentação das vias e ações sociais que impactam direto na vida da população. 

Pelo programa Cheque Minha Casa foram entregues 300 cartões com valores de até R$ 5 mil. O programa é voltado para famílias de baixa renda e tem objetivo de apoiar na reforma, ampliação ou melhoria das residências dos contemplados. Os recursos são repassados em parcelas, pagas de acordo com o andamento e comprovação da obra. As compras devem ser realizadas em lojas credenciadas, incentivando a economia local.

A aposentada Maria Antônia foi contemplada com cartão do Cheque Minha Casa e vai melhorar seu imóvel. “Eu estava mesmo com a necessidade de ajeitar minha casa e não tinha mesmo como. Só um milagre. E houve um milagre, porque Deus usou nosso governador para nos ajudar. Desejo tudo bom para ele com o trabalho que está fazendo pelo povo”, disse. O programa Cheque Minha Casa é desenvolvido pela Secretaria de Estado das Cidades e Desenvolvimento Urbano (Secid).

Totalizaram 13 quilômetros de vias pavimentadas e renovadas para garantir a melhor mobilidade de moradores. A pavimentação integra o programa Mais Asfalto, coordenado pela Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra). O professor André Sales frisou a pavimentação das ruas. “Há nove anos, quando cheguei aqui, as ruas eram na piçarra, poeira era constante e as crianças sofriam muito com a poluição. Hoje, estamos satisfeitos com essa ação do Governo do Estado e parabenizamos o trabalho feito pela população”, enfatizou.

O pacote de obras de governo entregues no município incluiu ainda uma nova ambulância, viabilizada por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), que vai melhorar o serviço de transporte de pacientes em unidades da rede de atendimento de saúde; a entrega de 2.773 cestas do programa Comida na Mesa; dois kits de irrigação para a Associação dos Agricultores de Buriticupu (Agricupu).

Na agenda, Flávio Dino entregou ainda 43 títulos de propriedade de terra; assinatura de Acordo de Cooperação Técnica para implantação da Maratoninha Maker – plataforma de ensino de robótica on-line e capacitação de professores; e assinatura de acordo para capacitações do programa Mais Renda.

O pacote de obras do Governo do Estado ultrapassa os R$ 8 milhões em investimentos para a população de Buriticupu.

Vende-se uma excelente casa pronta para ser financiada em Codó

Uma casa muito bem localizada foi colocada à venda e é uma ótima oportunidade pra quem deseja fazer um grande investimento. A residência fica localizada na Rua Honorino Silva, no bairro São Francisco, em Codó (MA).

O imóvel conta com três dormitórios, dois banheiros, sala, área de serviço, copa, cozinha, vagas para dois carros e área total de 240,00 m². Tudo isso por apenas R$ 120 mil. A casa está pronta para ser financiada.

Mais informações sobre o imóvel entre em contato com a Ney Maran Negócios Imobiliários, através do telefone (99) 98113-2015 ou no endereço: Rua Professor Fernando de Carvalho, 1916, Centro de Codó.

Profissionais da saúde iniciam atividades do Programa Fesma Quilombola nesta semana

Os profissionais da Força Estadual de Saúde (Fesma) que atuarão no Programa Fesma Quilombola iniciam as atividades nos municípios a partir desta semana. O deslocamento das equipes para as comunidades quilombolas ocorre nesta segunda-feira (2). A previsão é que na terça-feira (3) os 24 integrantes que fazem parte da iniciativa já deem início às atividades em campo. Por meio do programa, 102 comunidades de 28 municípios maranhenses serão beneficiadas com os serviços de saúde. 

O Programa Fesma Quilombola, lançado na última semana, é uma estratégia de governo, resultado da ação conjunta das Secretarias de Estado da Saúde (SES), Extraordinária de Igualdade Racial (SEIR) e Extraordinária de Políticas Públicas (SEEPP). As equipes são formadas por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais e farmacêuticos e trabalham diretamente na prevenção de agravos e diagnóstico precoce de comorbidades.

Segundo a secretária adjunta da Política de Atenção Primária e Vigilância em Saúde da SES, Waldeise Pereira, o objetivo é fortalecer a Atenção Básica nas comunidades quilombolas. “Será uma forma de atuarmos mais próximo de uma população que tem necessidades específicas. É na Atenção Básica que fazemos a prevenção e a promoção da saúde, com impactos diretos na diminuição de agravos e na necessidade de especialidades próprias da Atenção Secundária”, disse.

Em campo, os profissionais farão atendimentos com ênfase na redução da mortalidade materno-infantil, além das principais enfermidades que acometem a população negra, tais como anemia falciforme, hipertensão, diabetes mellitus (tipo 2), hanseníase e glaucoma. 

O médico Samuel Vieira, que trabalhará no programa, comentou que a saúde é um ato de resistência. “Eu acredito que o trabalho da Fesma Quilombola está para além de apenas levar tratamento em saúde. Nós, os profissionais, buscaremos ser a oportunidade que muitos infelizmente não têm, ou se têm é com muita dificuldade, de receber cuidados que possam permitir melhora na qualidade de vida”, disse. 

A técnica em enfermagem Josmarina Martins comentou que se sente honrada em fazer parte de uma iniciativa histórica. “O meu coração está transbordando com o sentimento de gratidão. São pessoas que precisam da nossa assistência e eu fico por demais feliz em saber que faço parte de uma iniciativa que mudará, e para a melhor, a vida de muitos”, contou. 

Fesma Quilombola

Orientada pelo Decreto n. º 30.617, a Fesma Quilombola vai cooperar na execução de medidas de prevenção, assistência e combate a situações de risco epidemiológico. É, ainda, subsidiado pela Política de Saúde Integral da População Negra, comunidades quilombolas e de matriz africana e pelo Estatuto da Igualdade Racial/Lei nº 11.399, 28 de dezembro de 2020.

É hora de voltar: rede estadual retoma as aulas presenciais na segunda-feira (2)

“É hora de voltar, pela realidade distinta de cada estudante. A gente sente dificuldade em casa, a gente sabe que a desigualdade existe. Então, o acesso à conectividade de alguns estudantes é diferente de outros. O meu desenvolvimento, como uma pessoa que tem acesso à tecnologia, é diferente de outro estudante que não tem. É preciso pensar coletivamente. Por isso, é importante voltar. E voltar com todos os cuidados de biossegurança necessários”.  O depoimento de Ana Beatriz Diniz Silva, estudante da 1ª série do Ensino Médio Integral, do IEMA Rio Anil, traduz muito do sentimento de outros milhares de estudantes da rede estadual de ensino que enfrentaram, como milhões de alunos em todo Brasil, três semestres letivos sem aulas presenciais. Também traduz a urgência dessa volta para a escola, que é território de construção e difusão de conhecimento, de aprendizagem e socialização.

“Beatriz define muito bem parte das desigualdades evidenciadas pela pandemia da Covid-19 no contexto educacional, que foi uma realidade do Brasil Inteiro. Por uma série de fatores, que vão do socioeconômico ao geográfico. Apesar de todos os esforços, a conectividade não foi igual para todos. E essa desigualdade desencadeou uma série de consequências graves para o ensino e a aprendizagem de milhares de estudantes, como o aumento dos déficits de aprendizagem e das taxas de abandono escolar, maior exposição das crianças e dos jovens à violência e a vários tipos de exploração, crescimento da insegurança alimentar e nutricional, entre outros impactos negativos. E só com a volta às aulas presenciais poderemos reverter essa situação”, pontuou o secretário de Estado de Educação, Felipe Camarão.

Para mais de 300 mil estudantes da rede estadual de ensino, espalhados nos 217 municípios maranhenses, é hora de voltar às atividades nas escolas. A retomada será nesta segunda-feira (2), com o ensino híbrido assíncrono, de forma que os estudantes terão momentos presenciais e não presenciais ao longo da semana.

As turmas serão divididas em grupos que deverão revezar-se, de acordo com a organização pelas equipes gestora e docente, respeitando as particularidades de cada comunidade escolar. No caso das escolas com condições para desenvolvimento das atividades de forma síncrona, estas podem optar por este formato. Vale destacar que as unidades de ensino têm autonomia para definirem a melhor forma de revezamento.

Para garantir que a volta seja de forma mais segura possível, a rede foi totalmente preparada, observando os protocolos de biossegurança. As escolas irão dispor de termômetro infravermelho para aferição da temperatura na entrada; o uso de máscaras é obrigatório para todos e em todos os ambientes da escola; será colocado álcool em gel em pontos estratégicos nos corredores, assim como água e sabão para assepsia das mãos. Além disso, as aulas híbridas garantem a redução, pela metade, da quantidade de alunos em sala de aula, para que seja mantido o distanciamento, também nos demais espaços de uso coletivos.

“Estamos trabalhando para que esse retorno seja com segurança e flexibilidade e sempre observando os índices epidemiológicos da Covid-19. Caso confirmado um aumento dos casos que exija medidas restritivas, a escola retornará às atividades não presenciais pelo tempo necessário. Se houver registro de algum caso de Covid-19 em uma determinada escola, ali as aulas serão suspensas e as medidas sanitárias necessárias serão adotadas”, destacou Danilo Moreira, subsecretário de Educação.

Expectativa da Comunidade Escolar

Em todo o estado, comunidades escolares inteiras vivem a expectativa da volta às aulas presenciais depois de tanto tempo distante de um convívio.

“O que mais fez falta, nesse período de distanciamento, foi “tá” ali com os professores, adquirindo conhecimento, experiências, porque as aulas remotas muitas vezes não conseguem suprir as necessidades, não é a mesma coisa de estar ali no contato com os professores. A minha expectativa para a volta é que as escolas estejam preparadas para receber os estudantes da forma necessária. Essa volta é necessária e vai nos ajudar muito a retomar os estudos com mais entusiasmo”, disse Denise Pereira Durans, estudante da 1ª série do Centro Educa Mais João Francisco Lisboa (Cejol).

“Depois de muita espera, é hora de voltar às atividades escolares; à vivencia, a esse ambiente que nos deixa feliz, nos agrega, motiva e nos transforma verdadeiramente como pessoa, como amigo, como filho. Vamos voltar à escola e a momentos que fizeram falta e agora nos trazem uma vontade maior de poder estar presente novamente. Que a gente volte da melhor maneira possível e aproveite isso, valorize”, destacou Nailton Sanches da Silva, estudante da 3º série do Centro de Ensino Maria José Aragão.

“Nós alunos estamos muito ansiosos, apesar de ser uma volta híbrida, nós estamos muito animados para aproveitar mais a nossa escola, rever nossos colegas, professores e saber aproveitar mais as oportunidades que estamos tendo”, disse Gustavo Silva, aluno do Ana Isabel Tavares.

“A expectativa é grande! É um momento de recomeçar e que esse recomeço seja com pé direito, com todo cuidado, com segurança dos nossos professores, nossos estudantes”, disse Elioenai Brasil, gestora do Centro Educa Mais Olindina Nunes Freire, em Pedreiras.

“A expectativa da comunidade escolar é de que dias melhores possam acontecer, que o nosso ensino seja fortalecido e aconteça realmente de forma devida, com mais interação e mais aprendizado e possam compartilhar uns com os outros. Esse retorno mesmo com aulas híbridas, ele é valioso demais, importante para que a nossa educação volte a acontecer de forma devida”, disse Rivânia Dias Tavares, gestora do Centro Educa Mais Ana Izabel Tavares, em Dom Pedro.

“Precisamos entender que nem todos têm acesso à internet, nem todos têm um aparelho disponível para assistir aula. Este momento distante foi necessário, mas, neste momento há indicadores sanitários que nos dão mais tranquilidade. Esses alunos precisam da interatividade com professores, com seus colegas, isso é salutar e necessário, é parte do desenvolvimento social e pessoal de cada aluno. Agora, precisa ser uma volta com biossegurança, onde todos têm que fazer sua parte”, destacou Margareth Diniz, biomédica e mãe da estudante Ana Beatriz Diniz, do IEMA Rio Anil.

Vende-se terreno todo murado no Residencial Trizidela, em Codó

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