Perigo – Parque de diversão coloca em risco vida de crianças codoenses

Parques de diversão são lugares que sempre remetem a felicidade e à alegria, como o próprio nome já diz, mas há perigos nesses lugares aparentemente inofensivos e invisíveis aos cegos olhos de quem visita.

Em parque de diversão, pequenos descuidos com os aparelhos podem causar uma terrível tragédia. As principais ameaças num parque são: As “gambiarras” de luz, os remendos nos brinquedos, o mal estado dos parafusos, má instalação dos equipamentos, entre outros.

Navio Pirata foi montado encima de pequenos pedaços de madeira

A falta de manutenção dos equipamentos ou de dispositivos de segurança podem, também podem provocar acidentes. Por isso, os pais ou responsáveis devem ficar atentos ao estado de conservação e às regras de funcionamento dos brinquedos.

Estivemos no final da tarde deste domingo (15) visitando o Parque de Diversões São José, que foi montado na Praça Palmério Cantanhede (Praça do Viveiro), no local constatamos vários problemas que colocam em risco a vida dos frequentadores, o mais grave pode ser visto nos brinquedos Roda Gigante e Navio Pirata, os brinquedos foram instalados em cima de pedaços de madeira, que estão umas sobre as outras, sem nenhuma outra base de sustentação. Mais que fôlego, é preciso ter coragem para encarar uma aventura dessas.

Um dos brinquedos mais perigosos do Parque foi montado encima de pedaços de madeira

O que diz as autoridades

Segundo a Associação das Empresas de Parques de Diversões do Brasil (Adibra), que tem 80 filiados no país, os brinquedos precisam da vistoria do Corpo de Bombeiros, da inspeção da prefeitura e do acompanhamento de um engenheiro responsável. O parque instalado em Codó não tem inspeção dos órgãos e nem é filiado à Associação.

De acordo com o vice-presidente da Adibra, Francisco Donatiello, para funcionar o brinquedo precisa da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), que é emitida por um engenheiro. E, dependendo de suas características, deve passar por manutenção diária. Nos parques itinerantes, como o de Castro, os aparelhos devem ser inspecionados por um engenheiro a cada nova montagem.

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