Mais um codoense morre devido a precariedade do HGM de Codó

Era por volta das duas horas da manhã desta quarta-feira quando o senhor Augusto Pereira da Silva, de 73 anos de idade, deu entrada no Hospital Geral Municipal sentindo fortes dores no peito. Somente às três da manhã uma equipe médica apareceu no local para atender o idoso que já estava a uma hora a espera de atendimento, que faleceu meia hora depois dentro do hospital.

Um neto da vítima relata que os enfermeiros e o médico estavam dormindo e por isso demoraram a realizar os procedimentos necessários, a testemunha, que estava presente no local, relatou também que os enfermeiros aparentavam ser estagiários pois não sabiam nem ligar o aparelho reanimador e que um deles recomendou que a família levasse o idoso para ser atendido na Unidade de Pronto Atendimento – UPA, mais a sua transferência foi negada por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU, que estava presente no local e teriam alegado que não iriam fazer a transferência porque no outro local o paciente também não receberia o atendimento adequado.

A família do senhor Augusto Pereira da Silva que residia na rua Nina Rodrigues, Bairro Santo Antônio, disse que vai entrar com uma ação na justiça contra o poder público municipal, pois eles relatam que ouve falta de profissionalismo, equipamentos e medicamentos.

A morte do idoso de 73 anos de idade entra nas estatísticas mórbidas do HGM, que já registrou várias mortes desde que passou a ser administrado pela equipe do novo governante do município.