Técnicos da SEMA discutem queimadas no cerrado maranhense

No último dia 16 de janeiro, técnicos da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMA) se reuniram para avaliação do trabalho de análise da dinâmica espacial de queimadas no cerrado maranhense, mais especificamente a aplicada no Parque Estadual do Mirador. Estavam presentes os representantes do Laboratório de Geoprocessamento (LABGEO) e das superintendências de Biodiversidade e Áreas Protegidas e de Gestão Florestal.

A metodologia executada pelo LABGEO, por meio do sensoriamento remoto e verificação de imagens via satélite, visa à identificação,  monitoramento e controle dos principais focos de queimada dentro da Unidade de Conservação. De acordo com os técnicos, é possível identificar, através do sensorialmente remoto da vegetação, não apenas a localização da ocorrência de queimadas, mas a quantidade de área atingida. O exame permite a definição de políticas públicas específicas para as regiões identificadas. 

“Através deste trabalho, é possível obter a cartografia de áreas afetadas pelo evento bem como a mensuração destas, dentro da Unidade de Conservação. Este produto permite subsidiar a definição de estratégias de prevenção, controle e recuperação das mesmas”, explicou o responsável pelo LABGEO, Adauto Pestana.

Além disso, de acordo com o Secretário Adjunto de Desenvolvimento Sustentável da SEMA, Guilherme Braga, “o trabalho de conscientização ambiental da SEMA vem contribuindo para a redução do índice de queimadas. Houve uma diminuição substancial do número de incidentes, envolvendo queimadas no espaço ambientalmente protegido no ano de 2018”.

Assessora de Comunicação da SEMA

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *