Quadra Nilson Fonseca é interditada pelo Corpo de Bombeiros de Caxias

Quadra Nilson Fonseca Marinho (foto: divulgação)

O 5° Batalhão de Bombeiros Militar encerrou na última quinta-feira (31), na Cidade de Caxias (MA), a Operação “PARTENON”, palavra de origem grega se refere ao templo construído no século V a.C. na Acrópole de Atenas, na Grécia Antiga. O objetivo é vistoriar todas as edificações centenárias localizadas no município, visando a adequação destas às normas atuais de prevenção contra incêndio e pânico.

A equipe de vistoriadores do Corpo de Bombeiros notificou as seguintes edificações: Centro Comunitário João Paulo II, Palácio Episcopal, Casa do Estudante de Caxias, Edifício Duque de Caxias, Armazém São José e o edifício onde funciona o Centro de Cultura.

Durante a fiscalização foram verificados os preventivos móveis e fixos contra incêndios, bem como, a parte estrutural, instalações elétricas e central de gás liquefeito de petróleo e após isso, expedida notificação para correção de todas as anomalias detectadas pelo Corpo de Bombeiros.

O caso mais grave dos três empreendimentos notificados é a Casa do Estudante, que tem 50 anos de existência não possui nenhum documento do Corpo de bombeiros e nenhum preventivo móvel ou fixo. A equipe de fiscalização solicitou laudo estrutural e Anotação de Responsabilidade Técnica (A.R.T) para demonstrar a real condição de segurança do local.

A equipe realizou uma intervenção imediata na Quadra Poliesportiva Nilson Fonseca Marinho por apresentar risco elevado para a vida dos frequentadores.

Quadra Poliesportiva Nilson Fonseca Marinho (foto: divulgação)

As exigências tem como base legal a Lei 6.546, de 29 de dezembro de 1995, que estabelece o Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Estado do Maranhão.

O Corpo de Bombeiros acrescenta ainda que o Ministério Público e demais órgãos competentes foram devidamente informados e se coloca à disposição para sanar eventuais dúvidas na execução das adequações de segurança.

ASCOM – CORPO DE BOMBEIROS DE CAXIAS

1 Comentário

  1. e aqui em Codó, quando vão começar a vistoriar os daqui.

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