Programa Mais Cirurgias beneficia pacientes das regiões de Timon e Timbiras

Mais uma etapa do Programa Mais Cirurgias foi realizada em unidades de saúde do estado do Maranhão. Os procedimentos aconteceram em equipamentos como o Hospital Regional Alarico Nunes Pacheco, em Timon, e no Hospital Regional de Timbiras, referência em assistência de alta complexidade nas respectivas regiões. O programa, implantado pelo Governo do Estado e executado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), tem ampliado a oferta de cirurgias em diversas especialidades. 

No Hospital Regional Alarico Nunes Pacheco, em Timon, somente no sábado (28), foram realizadas 20 cirurgias de pele. Os procedimentos seguiram na segunda-feira (30), com a realização de mais 21 cirurgias na área urológica. Na última semana, dez pessoas já haviam sido submetidas à cirurgia de vesícula.

Um desses pacientes beneficiados foi Antônio Luís de Mesquita, de 81 anos. O deficiente visual foi submetido a uma cirurgia de Ressecção Transuretral de Próstata (RTU). “Estava aguardando o procedimento, tomava remédio, mas passou a não surtir mais efeito. Tivemos que fazer a cirurgia, estava com receio do quadro agravar. Fui atendido muito bem; graças a Deus, o atendimento foi rápido. Obrigado à equipe, obrigado por tudo”, agradeceu o aposentado.

“São tratamentos de alta e média complexidade. O Programa Mais Cirurgias também busca descentralizar as ações no interior do estado, levando mais qualidade na assistência à população. A assistência oferecida na unidade de saúde, através do programa, diminui as chances de complicações e o tempo de internação”, ressaltou o diretor clínico do Hospital Regional Alarico Nunes Pacheco, Candilberto Filho.

Com menos tempo de internação, os procedimentos propiciam que mais pacientes sejam atendidos. Outro ponto positivo, segundo o médico, é que garante uma mobilização maior do hospital e da sociedade na busca da conscientização para a campanha do Novembro Azul, por exemplo, falar sobre a importância para a saúde dos homens. As ações garantem a celeridade da demanda reprimida dos pacientes que necessitam de tratamento cirúrgico de urologia.

“A pandemia atrapalhou a realização das cirurgias eletivas, mas estamos retomando aos poucos e com todos os cuidados necessários. Buscamos a partir de agora mais agilidade, mais rapidez para atender a demanda reprimida de forma que nossa fila de espera se torne menor. Estamos conseguindo resultados significativos”, comemorou o diretor.

Timbiras

Ainda dentro do Programa Mais Cirurgia, no último final de semana, no Hospital Regional de Timbiras foram realizados vários procedimentos cirúrgicos, entre eles a frenectomia, procedimento de retirada do freio labial ou lingual, o procedimento é indicado somente para aquelas pessoas que possuem excesso dessa estrutura em uma dessas regiões. A cirurgia pode ser feita tanto na parte inferior quanto superior da boca.

No sábado (28) e domingo (29), foram realizadas 12 cirurgias na unidade hospitalar, em diversas especialidades nas áreas de cirurgia geral pediátrica (colecistectomia, ninfoplastia, exerese de linfonodo cervical, hernioplastias e frenectomia), obstetrícia (2 cesarianas) e cirurgia geral adulto (colecistectomia, hernioplastia, perineoplastia e exerese de lipomas).

“O Programa Mais Cirurgias segue a todo vapor no Hospital Regional de Timbiras. Para a próxima semana, teremos cirurgias eletivas (geral e especializada). Nós do HRT, toda a equipe e a população atendida por esse importante programa estamos muito agradecidos por todo o trabalho que vem sendo desenvolvido”, reforçou Antônio de Pádua Costa Braúna, diretor administrativo do Hospital Regional de Timbiras.

Ascom

4 Comentários

  1. Parabéns meu amigo e irmão Braúna você é um guerreiro!!

  2. Codó estaria em boas mãos com esse profissional. Deveria ser nosso secretário de saúde!!

  3. Braúna passou pela upa e fez um excelente trabalho, agora está em Timbiras fazendo outro. Obrigado Braúna por ajudar nosso povo. Deus é maravilhoso em te colocar no lugar certo!!

  4. Lendo matérias assim eu fico a me perguntar porque Codó não dá certo em termo de saúde. Braúna era da upa, tiraram ele por perseguição e hoje a upa é um caos. Braúna tem que voltar para Codó pra ver se arruma essa saúde daqui.

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