Governo do Maranhão e FIDA discutem fomento para combater pobreza rural

Para combater a pobreza na zona rural, o Governo do Maranhão, por meio de parceria com o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrário (FIDA), pretende investir cerca de U$ 40 milhões de dólares da produção de pequenos agricultores. Para discutir o assunto, o governador Flávio Dino recebeu, na manhã de segunda-feira (21), Claus Reiner, diretor do FIDA no Brasil.

“O FIDA está financiando projetos no nordeste do Brasil, sempre com enfoque muito grande na redução da pobreza rural. Queremos inserir atividades no Maranhão na carteira do FIDA e percebemos muito interesse do Governo do Estado em participar”, disse Claus Reiner.

Reunião tratou de fomento para combater pobreza rural. (Foto: Karlos Geromy)

Reiner explica que o investimento, que também envolve o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), já foi aprovado. “O projeto está desenhado e recebeu parecer positivo do Governo Federal e do FIDA. Pretendemos avançar com esse projeto neste ano, para atender a população no Maranhão com esses tipos de financiamento”, afirmou.

Para o secretário de Agricultura Familiar, Júlio César Mendonça, o investimento irá impulsionar a produção familiar no Maranhão. A secretaria projeta que o aporte irá beneficiar 100 mil pequenos agricultores em 87 municípios maranhenses.

“É uma importante política de combate à pobreza, para a diminuição das desigualdades sociais em nosso estado. Pela primeira vez o Maranhão trabalha em uma parceria direta com o FIDA, que já atende os demais estados do nordeste. Queremos fomentar a agricultura e gerar renda e oportunidade nos municípios”, assegurou Júlio Mendonça.

Participaram da reunião os senadores diplomados Weverton e Eliziane Gama; os secretários-adjuntos da Secretaria Agricultura Familiar (SAF) Francisco Salles e Luciene Figueiredo; o subsecretário de Planejamento, Marcelo Dualibi; a presidente da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (AGERP), Loroana Santana; e o presidente do Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma), Raimundo Lídio.

Ascom

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