Escolas não possuem internet e impressoras para início do ano letivo em Codó

Por causa da pandemia do novo coronavírus, a Prefeitura de Codó adotou o Estudo Remoto Emergencial (ERE) para dar cobertura aos estudantes da rede pública municipal enquanto as escolas continuam fechadas.

A ideia do governo de Zé Francisco (PSD) era considerada positiva por professores e pais dos estudantes. No entanto, de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Codó – SINTSERM, as escolas não possuem estrutura adequada para o começo do ano letivo, que inicialmente vai ocorrer de forma remota. Confira abaixo

ERE (Estudos Remotos Emergenciais) em Codó começam sem as mínimas condições estruturais. Além dos professores custearem este formato de ensino a exemplo do que ocorreu o ano passado, a maioria das escolas não dispõem de internet e nem mesmo de impressora e/ou máquina de xerox

SINTSERM-CODÓ.

2 Comentários

  1. O povo merece respeito

    Se não possui estrutura para o ensino remoto imagina o presencial??? No minimo o ensino deveria ser híbrido (parte na escola e parte em casa). Dessa forma como os alunos de escola pública poderão concorrer com os filhos dos ricos para conseguir uma vaga na universidade, já que as aulas nas particulares estão a todo vapor na sala de aula? Se não pode na pública, por que nas particulares podem? Que falta de compromisso com os menos favorecidos!! Isso só aumenta a infame desigualdade.
    Estamos ferrados com esse governo que até agora não sabe pra que veio.

  2. Aí eu pergunto, cadê o dinheiro direto nas escolas que são administrado pelas diretoras. Esse recurso é pra solucionar pequenos problemas das escolas, acho que a internet seria um desses problemas. Hoje um sinal de internet custa em média 100,00 reais. Então uma escola recebe 1.000,00 reais dava pra resolver esse problema.

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