Francisco Nagib e Ricardo Torres são diplomados prefeito e vice de Codó

A diplomação do prefeito, vice-prefeito e dos vereadores eleitos nas Eleições 2016 no município de Codó, no leste do maranhense, ocorreu na noite de segunda-feira (19) pela Justiça Eleitoral. A solenidade foi realizada no auditório da Universidade Federal do Maranhão e reuniu várias autoridades e familiares dos políticos. Os eleitos tomam posse dia 1° de janeiro de 2017.

O ato de diplomação foi feito pelo Juiz Ailton Gutemberg Carvalho Lima, titular da 7ª Zona Eleitoral de Codó, pelo comandante do Tiro de Guerra 08-007, Aldo José da Silva Santos e pelo prefeito de Codó, Zito Rolim. Na ocasião foram diplomados 17 vereadores, o prefeito eleito, Francisco Nagib (PDT) e o vice-prefeito eleito, Ricardo Torres (PV). O prefeito eleito, Francisco Nagib, obteve 24.359 votos, o que correspondeu a 43,78% dos votos válidos apurados. Já o vereador mais bem sucedido nas urnas de Codó foi o delegado Rômulo Vasconcelos (PDT), com 2.381 votos.

Ricardo Torres sendo diplomado pelo Juiz Ailton Gutemberg Carvalho Lima, titular da 7ª Zona Eleitoral de Codó.

De acordo com o TRE, a diplomação é o ato pelo qual a Justiça Eleitoral atesta que o candidato foi efetivamente eleito pelo povo e, por isso, está apto a tomar posse no cargo. A cerimônia ocorre depois de terminado o pleito, apurados os votos e passado o prazo de questionamento da validade das candidaturas.

Em seu discurso, Francisco Nagib, prefeito eleito mais jovem da história de Codó, cumprimentou as autoridades e políticos presentes e agradeceu pela grande oportunidade “Meu coração se alegra nesse momento histórico da minha vida. Agradeço a Deus, minha família e todos os que nos apoiaram em colocar este grande desafio em minha vida. Agradeço a todos aqueles que caminharam em nossa campanha e acreditaram em nosso projeto, aos homens e mulheres de bem, que me ajudaram a me tornar prefeito. Enfim, aos mais de vinte quatro mil corações que esperam muito de mim”.

Vale lembrar que a diplomação não é a data referência de início do mandato e sim de uma espécie de credencial dada pelo TSE – Tribunal Superior Eleitoral como requisito básico para a investidura nas funções a partir de 1º de janeiro de 2017.

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